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terça-feira, julho 12, 2011

A Rainha Sol prepara o parto


Neste post velhinho os dois astrónomos falam dos sinais que eles só tarde demais tinham compreendido, tarde demais para evitar as consequências do Evento; pois aqui está a primeira detecção desses sinais pela NASA (video acima).


Os cientistas da NASA não sabem o que são as manchas negras no fogo de artíficio mas eu digo-vos: é o pó, o barro, de que somos feitos. A Raínha Sol prepara o parto. Felizmente, ainda não é tarde demais.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Mãe Terra - Mother Earth



A Mãe Terra faz hoje anos! Hoje, ontem ou amanhã, não se pode dizer ao certo. Mas faz anos. Que é como quem diz, envelhece.

Continua formosa. Um pouco envelhecida aqui e ali mas noutros lados ainda em pleno esplendor. Em qualquer zona equatorial se sente, pleno de vigor, o coração da Mãe Terra. Ninguém diria que já fez 4 000 milhões de anos. Uma Mãe de meia-idade.

Uma existência preenchida. Muito jovem, gerou no seu ventre o embrião da Vida. Uma Vida que cresceu e se desenvolveu, sempre alimentada e protegida no seio da Mãe Terra. Até que, há menos de 100 milhões de anos, a Vida teve de, pela primeira vez, começar a cuidar de si própria.

O primeiro passo foi produzir o seu próprio calor, quando o calor da Mãe Terra deixou de ser suficiente e adequado. Os Humanos sabem que são de «sangue quente» mas não sabem bem porquê.

Com o envelhecimento da Mãe Terra, a Vida terá de se autonomizar dela porque, progressivamente, a Mãe Terra deixará de ser capaz de prover as necessidades da Vida. Para isso, a Evolução tem vindo a aperfeiçoar seres com Inteligência capaz de usar recursos que ela, Vida, não pode usar directamente

Assim se chegou aos Humanos. Os Humanos não têm todas as capacidades necessárias para garantir a autonomia da Vida mas já têm algumas. São capazes de sobreviver fora da zona equatorial sem que a Evolução tenha tido de os dotar de adaptações. Foi um primeiro passo, mas já deram muitos outros. E, o mais significativo de todos, foram capazes de ultrapassar uma carência que o envelhecimento da Mãe Terra determinou: a falta de Azoto nos solos. Aprenderam a fabricar os adubos. Começam agora a descobrir que também nos oceanos o azoto escasseia em muitas zonas. Têm pela frente os magnos problemas da carência de Energia e da carência do CO2.

A Mãe Terra fez o que podia fazer: armazenou grandes quantidades de energia e de CO2 em depósitos de petróleo, gás e carvão; a Vida, por outro lado desenvolveu novos ciclos de fotossíntese, C3 e C4, capazes de funcionar com níveis baixíssimos de CO2. Mas não há milagres: o CO2, que já foi mais de 30 vezes a massa total da atmosfera actual, é hoje menos de 0,04% da atmosfera, mais raro que o Árgon. O CO2 actual é 1 milésimo do inicial! Cada planta precisa de respirar mais de 10 000 litros de ar para poder obter 1g do indispensável Carbono. Há umas dezenas de milhares de anos que a Vida tem fome de CO2. A biomassa de hoje é uma pequena fracção da de outrora, porque a biomassa está limitada pela disponibilidade do CO2. Cada grama de carbono de cada ser vivo tem de ser retirado da atmosfera pelas plantas, não há outra forma significativa de obter o precioso carbono.

É uma luta contra o tempo: a Mãe Terra gerou a Vida e a Vida terá de se prover a si própria à medida que a Mãe Terra vai envelhecendo; a Vida ainda não é autónoma da Mãe Terra e esta preparou umas reservas que têm de durar enquanto a Evolução não produz a forma de Vida capaz de se autonomizar. Se as reservas acabarem antes disso, a Vida na Terra extingue-se, mas isso não sucederá – tudo está devidamente organizado, a Evolução trará o ser que garantirá a autonomia da Vida antes da Mãe Terra esgotar os seus recursos. Apenas é preciso que os Humanos garantam ao novo ser as condições de que ele precisa para sobreviver. Apenas isso.

Este «apenas» é, no entanto, o elo fraco do processo. Os Humanos estão no início da caminhada do Conhecimento, ainda veem o amanhã como uma repetição do ontem, não percepcionam a evolução do Universo, não têm consciência do seu papel, alguma juventude e imaturidade pautam o seu comportamento. Os Humanos vão atribuindo à Mãe Terra as consequências do seu desconhecimento. Por exemplo, os sismos. O dia em que deixar de haver sismos será um dia triste, o dia da morte da Mãe Terra. Fazem mal os sismos? Sem as desqualificadas construções humanas, os sismos seriam dos mais inofensivos fenómenos vitais da Mãe Terra.

No Haiti ruíram muitas casas. Não foram pensadas para resistir ao sismo. Por ignorância – ignorância de que o sismo ia ocorrer durante a sua existência. Se fosse sabido, as casas teriam sido construídas para resistir ao sismo, pois isso não tem dificuldade tecnológica nem acréscimo importante de custos. Foi a ignorância de que o sismo podia ocorrer que causou a catástrofe. Ou, eventualmente, a simples falta de Qualidade, esse outro sinal de imaturidade – os construtores poupam no ferro e os habitantes cortam pilares para alargar a sala sem compensar a estrutura.

Assistiu-se também ao falhanço universal dos sistemas de protecção civil. Os hospitais de campanha tinham médicos e tendas mas não tinham equipamento. Serraram pernas e braços nas mesmas condições da 2ª Guerra Mundial. Milhares de haitianos morreram por falta da mais elementar assistência. É lógico – os planos e orçamentos dos sistemas de protecção civil são estabelecidos em face das necessidades do ano anterior. Se fossem para além disso, os contribuintes protestariam e os Orçamentos de Estado não seriam aprovados.

É quase sempre a ignorância do Futuro a profunda razão das consequências catastróficas dos fenómenos naturais e da falta de capacidade de resposta a elas. É por saber como é importante conhecer o Futuro que os Humanos se viraram para a Religião, para as artes divinatórias e para a Ciência. A Ciência já consegue prevenir algumas coisas mas ainda não consegue antecipar o Futuro porque o seu conhecimento do Universo e da Vida não é suficiente. Do Futuro ainda só há Medos, não há Visão.

O próximo Evento trará o Filho do Homem pela mão da Evolução. O Filho do Homem é o descendente do Homem, a geração seguinte ao Homem. O Filho de que o Homem se orgulhará. Mais Inteligente, mais preparado para o próximo passo da 4ª fase da Vida (3º nível da Evolução). Não virá montado numa nuvem nem chegará de repente. As trompetas não o anunciarão. Ninguém dará por ele, nem ele mesmo.

Mas será que o Homem saberá conduzir a Vida até ao Evento, atenuando as carências que a velhice da Mãe Terra vai fazendo aparecer, sobreviver ao Evento, e assegurar as condições necessárias para que o seu Filho se estabeleça e inicie a nova fase da Vida?

Isso não é certo; o Filho do Homem pode surgir num Mundo demasiado destruído e violento. A Cabeça da Mãe está preocupada com isso. O seu Coração está preocupado com outra coisa: o sofrimento que o Evento trará se o Homem não souber ver o Futuro. O parto do Filho não tem de ser doloroso.

Contrariamente ao sismo, o Homem pode saber como é o Evento e estimar quando é. O Evento, como um sismo, pode ser uma catástrofe indescritível ou um fascinante »passeio no Jardim da Estrela». Literalmente.



imagens:Wikipedia (Terra / Sismo Lisboa / Jardim da Estrela)

quinta-feira, julho 17, 2008

Estaremos em risco de colapso?




Se olharmos para o passado da humanidade, encontramos sucessivas civilizações que surgem, florescem e desaparecem sem que se chegue a entender ao certo porquê. O colapso da civilização Maya será o mais paradigmático, ou talvez o da civilização do Indo, mas o mesmo aconteceu com os Babilónicos, Persas, Egípcios, Romanos, e outros, embora o surgimento de sucessivas civilizações em zonas geográficas próximas camufle esses colapsos.


É frequente a ideia de que estas civilizações desapareceram porque foram destruídas por invasores, povos mais atrasados. Mas não. Como poderia ser, se estas civilizações, no seu auge, dispuseram de poderosos, organizados e invencíveis exércitos? Como poderiam ser derrotados, a não ser que elas já estivessem em colapso?


Há um processo que teoricamente poderia conduzir a isso. A organização duma sociedade cria desigualdades. Estas desigualdades tendem a crescer. A princípio, toda a sociedade «enriquece»; mas, progressivamente, o crescimento imparável da desigualdade conduz a que o enriquecimento dos ricos já não se faça pelo aumento da riqueza produzida mas pelo empobrecimento dos outros. Ver o post «Porque não há solução para a Crise» .


A sociedade tende a dividir-se numa pequena classe rica e poderosa e no «povo», que é a grande maioria das pessoas, cada vez mais miserável e escravizada. E então pode acontecer que um dia esse povo perceba que a «civilização» está a funcionar contra ele e simplesmente abandone a civilização. Sem o povo, não há produção, a sociedade acaba e tudo regressa ao princípio.


Isto é, porém, apenas uma hipótese. O que podemos verificar é que as pessoas raramente têm a possibilidade de sair maciçamente. Saem uns quantos, o que até serve para estabilizar a situação.


Este ciclo de crescimento e degradação pode ser observado nas sociedades mais antigas. Na Portuguesa, por exemplo: no fim da monarquia, o povo tinha um nivel de vida completamente miserável, muito diferente do que acontecera uns séculos antes. Isso não foi consequência de Alcácer Quibir, dos Descobrimentos, disto ou daquilo, foi simplesmente consequência da desigualdade instalada. E quanto mais antiga a organização social, pior. Na Índia, o contraste entre a riqueza dos Marajás e as condições absolutamente miseráveis das «castas» inferiores, dos «intocáveis», é extremo. O mesmo acontecia na Rússia dos Czares ou na China.


Estes exemplos mostram-nos que o mecanismo da desigualdade leva à estagnação da sociedade, acaba por conduzir à revolução, mas não produz um colapso rápido desta. Pelo contrário: até parece que o estabelecimento da desigualdade tem funcionado como um mecanismo preventivo desse colapso.


Será que é isso? Será que a desigualdade que enforma a generalidade da sociedade humana actual tem permitido evitar o colapso da civilização nos últimos séculos? E se assim for, será que abrimos as portas ao colapso ao tentarmos expulsar a desigualdade sem entendermos que misteriosos processos se movem na sombra da nossa ignorância, capazes de fazer colapsar civilizações? Estará a nossa ignorância a colocar a civilização em risco de colapso?


Para responder a estas questões vamos ter de pensar como os deuses, para quem a vida humana individual é um grão de poeira no Universo.

segunda-feira, abril 28, 2008

O Instinto Filial, o CO2 e a Superioridade Ariana

“Tulito, vê lá se concordas com o resultado das minhas últimas observações sobre a condução das sociedades dos humanos.”

Ah, já chegaste a conclusões? Diz, diz!”

Primeiro, é preciso identificar qual o instinto, característica, capacidade ou fragilidade dos humanos que é mais usada para os conduzir. Tens alguma ideia sobre isso?”

Bem, há as técnicas de marketing....”

Eu também comecei por aí, mas não é isso. O marketing é capaz de influenciar o voto ou uma aquisição, mas dificilmente pode contrariar instintos básicos. Ora conduzir a sociedade humana significa, entre outras coisas, levar as pessoas a sacrifícios duros e prolongados. Não é com técnicas de marketing que se chega a esse ponto sem que estale contestação.

Então o que descobriste?

Verifiquei que nos humanos há vários programas que deviam funcionar só nos primeiros anos de vida mas que se «esquecem» de desligar.”

Isso eu sei. Sabias que muitos humanos continuam capazes de digerir o leite em adultos?”

Sei. Esse é um dos programas que deixou de «desligar». Mas o que interessa para a questão da condução dos humanos é o Instinto Filial.”

O instinto Filial? Não me digas que continua activo na idade adulta?

Em muitos humanos continua. Nas espécies primitivas, os instintos básicos são muito específicos, mas não nas espécies mais avançadas, como os humanos e como nós. Por exemplo, o instinto maternal já não actua exclusivamente em relação aos filhos, podendo abranger qualquer cria. Algo semelhante acontece com o instinto sexual dos machos, que deixou de depender do ciclo ovulatório da fêmea para depender da imagem desta.”

Alita corou um pouco, embaraço que não passou despercebido a Tulito. Este pensou em dizer qualquer coisa a propósito mas, nada lhe tendo ocorrido que considerasse adequado, preferiu evitar o risco de ser inconveniente:

E é a falta do olfacto que mantém o instinto filial activo na idade adulta?”

“Não sei, mas talvez tenha a ver com o assunto. Como pode uma cria reconhecer a Mãe se não se basear no olfacto ou numa primeira imagem visual, coisas que uma cria humana não dispõe?”


Bem... o instinto filial irá à procura de um ser poderoso, protector, amante incondicional...”

“Exactamente! Além disso, a infância nos humanos, como em nós, é longa, e o instinto filial tem de manter longamente o juvenil na dependência da Mãe, dum ser que o vai ensinar e proteger. Portanto, é isso que o instinto filial buscará, o ser poderoso, amante incondicional, omnisciente.”

Isso é a definição de Deus para os cristãos e muçulmanos! Então a religiosidade deles é consequência do instinto filial nos adultos?”

“Espera, não vás tão depressa!” Alita não susteve um riso breve. “Há outras razões..”

Sim”, interrompeu o Tulito,mas a definição de um Deus coincidir com o objecto do Instinto Filial não pode ser consequência!”

“Claro que não. Não te esqueças que as religiões são construídas de acordo com o que eles desejam ou temem.”

Estou a entender. Concluíste então que as sociedades humanas são conduzidas usando a Religião, sendo esta construída por forma a satisfazer o Instinto Filial!”

“Calma! Estás muito ansioso hoje!” Alita soltou mais um daqueles sorrisos luminosos que tanto desorientavam o Tulito. “Cheguei à conclusão de que o Instinto Filial é usado pelos dirigentes das sociedades humanas de 3 formas.”

Três formas? Quais são?

“Uma, já o disseste, é a Religião, ou ou uma pessoa que representa um poder transcendente certificado pela Religião. Outra é o Grande Líder.”

O Grande Líder? O que é isso?”

“O da Coreia da Norte, por exemplo. Ou o da Venezuela, ou de alguns países em África.”

Mas esses dirigem usando o controlo da informação, dos empregos e, muitas vezes, da policia e da justiça.”

“Certo, mas só isso não seria suficiente. O Líder tem de satisfazer oInstinto Filial, tem de ter a imagem de um ser omnipotente, omnisciente e desinteressadamente amante do seu povo. Vê o caso de Portugal: Salazar podia continuar indefinidamente no poder porque satisfazia essa imagem; o seu sucessor não. O mesmo acontecerá em Cuba, com a saída de Fidel.”

Sim, parece-me que tens razão... e qual é a terceira forma?”

“A terceira forma é...” Alita fez uma pausa, exibiu o seu sorriso malicioso, e continuou "O Grande Líder terá sido a primeira forma... depois a Religião... e agora surge... a Ciência!”

A Ciência? Como é isso?”

“A imagem da Ciência tem vindo a evoluir no sentido de corresponder a essas três características que são objecto do Instinto Filial. Vê como ela criou uma imagem de omnisciência, constantemente anunciando gloriosas descobertas que confirmam, dizem eles, as teorias, vê como até discutem o fim da Física, como se fossem já detentores do conhecimento total.”

Sim, é impressionante como é possível confundirem a sua imensa ignorância com conhecimento!


“Não pode ser confusão, tem de ser um processo consciente.”

Humm... deves ter razão, tem de ser consciente, os verdadeiros cientistas não podem ser tão estúpidos que aceitem coisas como a Inflação ou a matéria negra, ou os sabores dos quarks, ou as flutuações dos neutrinos.”

“Claro, nem mesmo tu admites que a estupidez deles chegue a tanto.” Alita não pôde deixar de sorrir-se, era a primeira vez que o Tulito colocava um limite mínimo para a inteligência dos humanos. “Quanto à Omnipotência, parece claro que os humanos pensam que não há limites para o que a Ciência pode conseguir.”

Estão convencidos que o método científico deles é uma espécie de gazua do Conhecimento. Tão convencidos que nem se apercebem das óbvias limitações do método deles.


“Quanto ao amor incondicional, a Ciência está sempre a dar conselhos sobre o que é bom ou mau para as pessoas, não é? Conselhos até demais!”

Talvez tenhas razão... mas olha, nas minhas pesquisas sobre a treta do CO2 descobri uma coisa que está de acordo com o que dizes: este processo do CO2 é igualzinho ao usado pelos alemães para estabelecer a sua superioridade rácica e o direito a dominarem os outros povos. Também aí foi a Ciência que fabricou as provas antropológicas e as teorias que suportaram essa ideia.

“Não tinha reparado nisso! Mas tens razão, claro. Tanto num caso como no outro, os líderes ocidentais usaram a Ciência para justificar uma acção. No caso alemão, punha-se o problema da impossibilidade dos recursos alimentares acompanharem o crescimento da população, agora é a dos recursos energéticos.”

E para a guerra do Iraque também usaram a Ciência.”

“Exactamente. Vejo que estás a acompanhar o meu raciocínio. Nota ainda que a Religião e a Ciência até podiam colaborar, pois esse instinto tem lugar para dois, um Pai e uma Mãe, ou mesmo mais. E até colaboraram durante algum tempo, a Igreja católica a desempenhar o lugar de Mãe através do culto mariano; mas parece que agora querem os dois o papel de Pai...”

Tens razão, o João Paulo II, procurou separar Ciência e Religião e dar um papel a cada; mas os seguidores da Ciência são arrogantes, consideram que não existe o que ignoram. Este Papa iniciou uma nova estratégia: se só pode haver Um, terá de ser a Igreja.

Tulito fez uma pausa, pensativo. Com ar preocupado continuou a falar:Se essas são as três formas de conduzir a sociedade humana, teremos de conseguir sensibilizar uma delas. O Grande Líder é irrelevante. Ficam a Ciência e a Religião. Em qual deveremos apostar? E como fazer?”

“Não é tarefa fácil. A Religião só pode apresentar o Evento a posteriori, como um castigo divino; se o fizesse antes, surgiria aos olhos dos crentes como uma inutilidade, pois se a Igreja não é capaz de suster o braço de Deus, para que serve? Quanto à Ciência, teria de admitir que errou, e isso é algo que me parece impossível. Além de que a Ciência e a Religião não podem ficar desacreditadas, senão os humanos vão ficar à mercê de qualquer vigarista que afirme ser ele a verdadeira voz do Deus que o seu instinto filial tão desesperadamente procura.”

“... está escrito que assim será...”

“... mas eu tenho uma ideia...”
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segunda-feira, outubro 29, 2007

Um Evento Presenciado pelos Humanos



Acerca do Vídeo

American Geophysical Union Press Conference, Acapulco, Mexico, May 23, 2007 - Part 1 of 7


Investigações da composição de uma camada anómala encontrada enterrada em vários locais do mundo revelam a presença de materiais de origem extraterreste. Uma possível origem seria a explosão de um corpo maciço, como um cometa, há 12 900 anos. Coincide com o desaparecimento de mamutes e outra megafauna e o início de um período frio conhecido como o Evento Younger Dryas. A cultura americana Clóvis, parece ter sido dramaticamente afectada, ou extinta, nesta mesma altura. Os oradores discutem numerosas evidências.


Aqui podem ler um resumo deste Evento e aqui podem saber mais